Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Hoje...

Já não sei mais quem sou, de onde venho e nem pra onde vou. Cheguei ao fundo do poço e não consigo enxergar a luz. Perdi a fé, a esperança e a vontade. Perdi o chão, não sei o rumo e nem o caminho a seguir. Cansei de tudo e de todos. Não vejo mais sentido, não sei mais o que são valores e nem quais valores possuí um dia. Tudo parece tão distante, tão superficial, tão surreal. Confundo amor com dor. Os sonhos viraram pesadelos, o mundo me parece cruel demais e os humanos me parecem monstros. Meus pensamentos não tem mais nexo e tudo a minha volta está girando, girando... mas eu não estou bêbada e nem drogada. Apenas enjoada. E está escuro. Escuto uma voz lá no fundo, bem lá no fundo, quase inaudível, que diz que eu tenho que reagir... mas ela não me explica como e nem diz o por quê, então cheguei a conclusão que não vale a pena. É, definitivamente não vale.
Acho que desisti.

P.S.: é só um desabafo, eu precisava disso.

Domingo, 21 de Junho de 2009

Sou...

"E desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos…
E por amor
Serei… Serás…Seremos…"

. Pablo Neruda

P.S.: sem mais comentários.

Domingo, 31 de Maio de 2009

Não basta sermos quem somos...



P.S.1: E não é?
P.S.2: Tirei daqui.

Sábado, 16 de Maio de 2009

Que livro você é?

Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra.

Meu resultado:

"Antologia poética", de Carlos Drummond de Andrade

"O primeiro amor passou / O segundo amor passou / O terceiro amor passou / Mas o coração continua". Estes versos tocam você, pois você também observa a vida poeticamente. E não são só os sentimentos que te inspiram. Pequenas experiências do cotidiano – aquela moça que passa correndo com o buquê de flores, o vizinho que cantarola ao buscar o jornal na porta – emocionam você. Seu olhar é doce, mas também perspicaz. "Antologia poética" (1962), de Drummond, um dos nossos grandes poetas, também reúne essas qualidades. Seus poemas são singelos e sagazes ao mesmo tempo, provando que não é preciso ser duro para entender as sutilezas do cotidiano.

Domingo, 10 de Maio de 2009

Sobre mim... e o amor.

"O amor transforma, o amor cura. Mas às vezes, o amor constrói armadilhas mortais, e termina destruindo a pessoa que resolveu entregar-se por completo. Que sentimento complexo é este que - no fundo - é a única razão para continuarmos vivos, lutando, procurando melhorar?"

. Paulo Coelho in "Ser como o rio que flui"


P.S.: ... e eu estou destruída.

Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

Rótulo


Quando você recebe um rótulo, não conseguirá se livrar dele, não importa o que você faça, não importa o quanto você mude e não importa o quanto tempo passe. A menos que você mude de cidade, estado ou país, o mais longe possível das pessoas que o conhecem, principalmente daquelas que o rotularam. Triste isso né?

Sábado, 31 de Janeiro de 2009

Um dia encontro...


[...] mas estou aqui parada, bêbada, pateta e ridícula, só porque no meio desse lixo todo procuro o verdadeiro amor. Cuidado comigo: um dia encontro.


. Caio Fernando Abreu, in Dama da Noite

P.S: ... ah encontro.